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Crítica | Kingsman, a eficiente sátira aos filmes de espionagem

O filme critica o que parecia perfeito. A maioria das pessoas cresceu assistindo James Bond, Jason Bourne, Jack Bauer, John McClaine, sempre envoltos em seriedade com as clássicas bugigangas e mulheres sensuais. Mas isso não agrada a todos. Se você não entendeu o filme, fique sabendo que se trata de um deboche.

O filme critica o que parecia perfeito. A maioria das pessoas cresceu assistindo James Bond, Jason Bourne, Jack Bauer, John McClaine, sempre envoltos em seriedade com as clássicas bugigangas e mulheres sensuais. Mas isso não agrada a todos. É aí que Kingmsna entra no cenário dos filmes de espionagem, como um deboche aos filmes anteriores.

Depois da insatisfação do diretor Matthew Vaughn com a sobriedade nos filmes de espionagem foi concebida a ideia de Kingsman: Serviço Secreto. O filme retrata a entrada de um jovem rapaz, Gary Unwim ou Eggsy (Taron Egerton), para a organização secreta intitulada de Kingsman, acompanhamos sua trajetória até o último teste onde falha e acaba sendo rejeitado na agência. Por infelizes razões essa rejeição é revogada e ele substitui o seu conselheiro e companheiro Harry Hart (Colin Firth).

Em sua missão tem que enfrentar seu inimigo Valentine e impedir a execução do seu malévolo plano. No maior estilo Jason Bourne, Eggsy acaba saindo de situações de maneira nada convencional.

Utilizando equipamentos que fazem claras referências aos equipamentos utilizados por James Bond, como por exemplo, o guarda-chuva que serve como arma de disparo letal ou não e o terno à prova de balas do John Wick, Kingsman trata-se de um exagero e uma crítica clara ao gênero de espionagem. A forte expressão de humor negro marca o filme inteiro e ressalta uma das melhores cenas: A luta na igreja.

O antagonista rico e megalomaníaco que se passa por um Dr. No repaginado com boas intenções afirmando querer livrar o planeta da Força Antropológica, Richmond Valentine (Samuel L. Jackson), desenvolve um humor em volta da perspectiva que não suporta violência mas promove um genocídio.

O filme possui uma qualidade de produção acima do limite, que acaba falhando algumas horas, exagerando no CGI em cenas como a legenda da abertura que é feita a partir de fragmentos de pedras resultantes de explosões e neve de um globo de neve, o que é compreensível levando em consideração o gênero.

O filme conta com nomes de peso como Samuel L. Jackson, Mark Strong, Michael Caine e Mark Hamill. A grande revelação do filme é o ator Taron Egerton até então desconhecido do público e que rouba a cena, fazendo um Eggsy caricato, mas muito carismático.

O filme é muito bom e diverte apesar de não deixar de lado a ação.

Nota:

3,5

3,5

O filme possui uma qualidade de produção acima do limite, falhando algumas horas, exagerando no CGI em cenas como a legenda da abertura que é feita a partir de fragmentos de pedras resultantes de explosões e neve de um globo de neve, o que é compreensível levando em consideração o gênero. O filme conta com nomes de peso, Samuel L. Jackson, Mark Strong, Michael Caine e Mark Hamill. A grande revelação do filme é o ator Taron Egerton até então desconhecido do público. O filme é muito bom e diverte apesar de não deixar de lado a ação.  

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