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Análise | Alien, a Genética Fatal

Com o primeiro filme lançado em 1979 e o último em 2018, a franquia teve seus altos e baixos, com uma linha de qualidade decrescente

A franquia de filmes Alien, mais rentável até hoje com o lucro de 1 bilhão de dólares, conta com  Alien: O Oitavo Passageiro, Alien 2: O Resgate, Alien 3, Alien: A Ressurreição, Alien vs Predador, Alien vs Predador 2, Predador, Predador 2, Prometheus, Alien: Covernant.

Pôster de Alien o Oitavo Passageiro

Com o primeiro filme lançado em 1979 e o último em 2018, a franquia teve seus altos e baixos, com uma linha de qualidade decrescente já que os últimos filmes (Prometheus e Covernant) são os mais complexos, e, acabam tirando o foco do xenomorph e colocando nos robôs que estão presente nas tripulações dos filmes, quebrando a tradição da surpresa da identidade do robô.

O Predador foi introduzido no universo Alien em uma cena no final do segundo filme onde mostra o crânio junto a espinha de um xenomorph fazendo referência a sua icônica mania, deixando claro que os dois tiveram um encontro, abrindo assim, espaço para mais dois filmes.

Ridley Scott manteve a chama acesa durante os 15 anos entre Alien: A Ressurreição e Prometheus com dois crossovers do Alien e o Predador, em relação aos quatro primeiros filmes são obras primas apesar de não estarem isentas de erros ou falhas.

Os dois Spin Off da saga são tão aterrorizantes quanto os outros filmes, contando com uma das cenas mais amedrontadoras que acontece em Alien vs Predador 2, quando o Alien entra em um hospital e ataca grávidas amarradas no leito em posição de parto.

Uma das coisas mais interessantes nesse universo é que não há um foco grande em cima do Alien mas, nas interações humanas, nas empresas que atuam no espaço, outras raças aliens, robôs e a decadência da ética humana.

A protagonista do filme Ellen Ripley (Sigourney Weaver) aparece no primeiro filme como capitã da expedição, nos dois seguintes retorna já como sobrevivente, sempre levando consigo o alien. Já no quarto filme é trazida de volta a vida 200 anos depois no corpo de um clone geneticamente mesclado com xenomorph e de alguma forma recebendo as memórias da capitã Ripley através do DNA Alien.    

A atuação da atriz rendeu um Globo de Ouro e quebrou o estereótipo de protagonista em história de ficção científica.

Entretanto, os dois filmes do Predador são agridoces, onde o primeiro é bom e o segundo é entediante e improvável. O primeiro conta com um grupo de mercenários que resgatam uma refém de um grupo de guerrilheiros, logo após têm um encontro com o predador que mata um a um e no final entra em uma luta mano a mano com o Major Alan Dutch Schaefer (Arnold Schwarzenegger). Já o segundo filme é entediante, pois tira o foco da ação e o coloca todo em uma cena de tiroteio. O resultado é uma investigação do tenente Michael Harrigan (Danny Glover) que não aceita o fato de todos os integrantes do cartel colombiano estarem mortos sem explicação. Isso leva o tenente ao encontro do Predador, produzindo a melhor cena do filme, onde aparece o crânio de xenomorph e como já dito – abrindo espaço para mais dois filmes da franquia.

No geral vale a pena maratonar os filmes apesar de alguns deles não serem tão bons assim.

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