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Crítica | Bumblebee entrega o melhor filme da franquia Transformers

Todo ano temos o lançamento de mais um filme da franquia Transformers, cada vez mais megalomaníaco e maior que seu antecessor, a ponto de começar a saturar o público. Entretanto, neste natal chega aos cinemas o longa de um dos Autobots mais queridos: Bumblebee, com uma nova direção, o longa embarca numa aventura direto dos anos 80. Confira nossa crítica:

Todo ano temos o lançamento de mais um filme da franquia Transformers, cada vez mais megalomaníaco e maior que seu antecessor, a ponto de saturar o público. Entretanto, neste natal chega aos cinemas o longa de um dos Autobots mais queridos: Bumblebee. Com uma nova direção, o longa embarca numa aventura direto dos anos 80. Confira nossa crítica:

O spin-off de Transformers conta a trajetória de Bumblebee para encontrar refúgio na Terra, como tarefa dada por Optimus Prime durante a guerra em, seu planeta natal. Durante a jornada, Bumblebee acaba sofrendo com a perda de memória e tem sua fala danificada, antes de apagar se transforma em um fusca amarelo e vai parar num ferro velho. Charlie (Hailee Steinfeld), que completou 18 anos, encontra o carro e logo descobre que de fusca ele não tem nada.

Diferentemente dos outros filmes da franquia, Bumblebee tem como ponto de partida a amizade de uma garota e seu carro, mesmo em meio a guerra e uma causa maior que paira constantemente sobre eles, o roteiro não esquece o cerne de sua narrativa, sobrepondo sempre a amizade dos dois. A relação que Charlie tem com ele se torna o ponto alto do longa, revelando o poder que Hailee Steinfeld tem em manter a história nos trilhos, além de colocar todo seu talento no longa, consegue entregar uma garota com personalidade forte e que luta com tudo que tem para ajudar aqueles que ama.

Já a jornada de Bumblebee é um tanto curiosa, logo no início somos apresentados a uma versão militar do Autobot, forte e corajoso, além disso conhecemos sua verdadeira voz, ele que segue e confia em seu líder, recebe uma missão importante de Optimus Prime – montar uma base na Terra – entretanto quando chega no seu destino perde a memória e precisa entender seu lugar no mundo. Ao acordar, Bumblebee é quase como um bebê, não consegue falar por conta do seu sistema de comunicação danificado, e não sabe como agir. Uma dinâmica interessante, dado o autoconfiante Autobot que conhecemos.

O filme entrega o frescor e nostalgia que a franquia precisava, remetendo aos clássicos desenhos dos anos 80 e somos presentados com o visual da animação. Travis Knight (Kubo e as Cordas Mágicas) acabou sendo a escolha certa para dirigir o longa no lugar de Michael Bay, o diretor apresenta uma história de aventura, focando mais no desenvolvimento das relações dos personagens do que na ação em si.

Por fim, Bumblebee acerta em cheio no tom nostálgico dos anos 80, trazendo uma trilha sonora envolvente juntamente com uma história encantadora que traz fôlego e renova uma franquia popular de forma consistente, sendo o melhor filme da franquia até então. Mostrando que com um roteiro bem escrito pode-se fazer com que Transformers perdure por um longo tempo nas telonas.

Nota:

4,0

4,0

Bumblebee acerta em cheio no tom nostálgico dos anos 80, trazendo uma trilha sonora envolvente juntamente com uma história encantadora que traz fôlego e renova uma franquia popular de forma consistente.

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Juliana Macedo

Futura engenheira, nerd assumida, apaixonada por filmes, séries, livros e um bom café de companhia. Criadora do Insta @pensoufilmes, sonhadora, não tem medo de novos desafios e sonha em deixar sua marca ao mundo.

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