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Crítica | Millennium: A Garota na Teia de Aranha traz um novo capítulo de Lisbeth Salander

Lisbeth Salander está de volta depois de três filmes suecos e um longa-metragem americano, dirigido por David Fincher. Dessa vez, dirigido por Fede Álvarez, a adaptação traz Claire Foy no papel de Lisbeth Salander.

Nesta quinta chega aos cinemas Millennium: A Garota na Teia de Aranha baseado na série literária Os Homens Que Não Amavam as Mulheres e te contamos tudo sobre a nova aposta da Sony Pictures. Confira:

SEM SPOILERS

Lisbeth Salander está de volta depois de três filmes suecos e um longa-metragem americano, dirigido por David Fincher. Dessa vez, dirigido por Fede Álvarez, a adaptação, agora, é do quarto livro, Millennium: A Garota na Teia de Aranha (The Girl in the Spider’s Web), escrito por David Lagercrantz, um romancista escolhido pela família de Stieg Larsson, após a morte deste. Quem assume o papel de Lisbeth é Claire Foy.

Este novo capítulo da história acontece após os acontecimentos do terceiro livro, no qual Salander, com a ajuda de Blomkvist, desmantelou a quadrilha liderada pelo seu pai. Ninguém tem notícias de seu paradeiro, a não ser de vez ou outra onde os jornais noticiam casos de ataques e/ou castigos cometidos contra homens que não amam as mulheres. Em meio a isso, Lisbeth é procurada por Frans Balder (Stephen Merchant), um analista da NSA. Ele precisa da ajuda dela para recuperar um programa que dá acesso (e controle) a todos os arsenais nucleares do mundo.

O filme está recheado de conspirações e reviravoltas, com uma trama que foi pouco desenvolvida, o grande problema de A Garota na Teia de Aranha é a falta de ritmo, somos bombardeados com cenas de ação ou até mesmo dramáticas que perdem todo o efeito pelo timing que se mostra totalmente equivocado. Além disso, os coadjuvantes não tem nenhuma importância pra a trama, todos ganham “ar” de meros ajudantes da protagonista. Em contrapartida temos Claire Foy, que segura todo o filme com sua interpretação de Lisbeth Salander, uma hacker bad-ass que procura ajudar outras mulheres, Claire tem um talento único, ela consegue transparecer apenas com um olhar tudo o que a personagem precisa expressar.

Por fim, Millennium: A Garota na Teia de Aranha consegue entregar aquilo a que se dispôs, dando continuidade a saga de Lisbeth Salander e entregando um filme repleto de ação, mas que não consegue chamar a atenção necessária para que o público se lembre por muito tempo.

Nota:

Bom

3.0

Millenium: A Garota na Teia de Aranha consegue entregar aquilo a que se dispôs - um filme repleto de ação. Entretanto, acaba perdendo ritmo, entregando um longa com um roteiro raso e mal desenvolvido.

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Juliana Macedo

Futura engenheira, nerd assumida, apaixonada por filmes, séries, livros e um bom café de companhia. Criadora do Insta @pensoufilmes, sonhadora, não tem medo de novos desafios e sonha em deixar sua marca ao mundo.

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