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Crítica | Bohemian Rhapsody é a celebração do Rock

Bohemian Rhapsody traz a trajetória meteórica da banda Queen juntamente com a vida de Freddie Mercury, com seus dramas, anseios e seu trágico fim (vítima da AIDS).

Finalmente chega nesta quinta (01) aos cinemas a cinebiografia de Freddie Mercury e a banda Queen, intitulada Bohemian Rhapsody. Nós já vimos e contamos tudo o que achamos sobre o longa tão aguardado.

SEM SPOILERS

Bohemian Rhapsody traz a trajetória meteórica da banda Queen juntamente com a vida de Freddie Mercury, com seus dramas, anseios e seu trágico fim (vítima da AIDS). A cinebiografia acaba trazendo a vida do astro de forma mais sutil, pois a história de Freddie é bem delicada, cheia de altos e baixos e um tanto conturbada, todos esses aspectos foram floreados no longa.
O que marca todo o filme é a performance de Rami Malek como Freddie Mercury, ela se dá de forma tão precisa que é capaz de confundir o espectador, ele atinge o ápice quando encena a apresentação do Queen no Live Aid, é como se estivéssemos vendo Freddie vivo, com toda sua energia em um show. Definitivamente, Rami Malek merece uma indicação de Melhor Ator no Oscar por sua entrega nesse filme.
O relacionamento de Mercury com Mary Austin, vivida pela atriz Lucy Bointon, também é abordado no longa. Mary foi o primeiro amor e eterna amiga de Freddy Mercury. Bohemian Rhapsody mostra de forma ímpar o relacionamento dos dois e como foi importante para os relacionamentos posteriores do astro, assumindo seu lado bissexual (o que muitos acreditam ser a verdadeira orientação dele, apesar dele ser considerado gay). O restante do elenco do longa também merece o devido crédito, os atores possuem uma química incrível, trazendo o entrosamento necessário para os outros integrantes do Queen.

Agora, em relação a cronologia existem alguns erros; fatos colocados fora da ordem real dos acontecimentos. Isso nem chega a ser um erro grave, já que o filme traz como foco principal a trajetória do Queen e suas músicas. Talvez o que incomoda é que tudo é jogado de forma superficial para o espectador, fatos aleatórios são expostos o tempo todo, o que deixa o ritmo do longa mais arrastado. Contudo, ele acerta quando expõem as músicas da banda, até mesmo o processo de criação de Bohemian Rhapsody.

Por fim, o filme é um verdadeiro show musical, conectando-se com o público através das músicas atemporais do Queen, celebrando a vida de Freddie Mercury, provando que a banda ainda é a realeza do rock fazendo com que Freddie ecoe por gerações.

Nota:

Bom

3.5

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Juliana Macedo

Futura engenheira, nerd assumida, apaixonada por filmes, séries, livros e um bom café de companhia. Criadora do Insta @pensoufilmes, sonhadora, não tem medo de novos desafios e sonha em deixar sua marca ao mundo.

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