Crítica | Missão Impossível - Efeito Fallout traz uma missão ainda mais bombástica (literalmente)

Desta vez o mesmo diretor de Missão Impossível - Nação Secreta (2015) Christopher McQuarrie volta à sequência com algo ainda mais renovador, espetacular e maduro nesta produção.
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O sexto filme da franquia gerada por Missões quase Impossíveis chega aos cinemas, com um dos melhores desde de seu primeiro MI1 em 1996. Como maioria dos filmes da saga é dirigido por cineastas diferentes, desta vez o mesmo diretor de Missão Impossível - Nação Secreta (2015) Christopher McQuarrie volta à sequência com algo ainda mais renovador, espetacular e maduro nesta produção. 

SEM SPOILERS


Missão Impossível - Efeito Fallout desta vez tem uma missão de interceptar que bombas nucleares (ou plutônios) caiam em mãos erradas, como os caras chamados Apóstolos que anseiam por um genocídio, e Ethan Hunt e sua equipe do IMF tem o grande desafio de impedir que um plano de catástrofe mundial seja executado. 

Com essa nova missão Ethan acaba revisitando certos pontos do passado dele como a personagem Ilsa (Rebecca Ferguson) sua ex-companheira de equipe, e Solomane Lane (Sean Harris) inimigo de Ethan desde de MI5 – Nação Secreta. Em contra partido, juntamente um novo protagonista ou melhor dizendo antagonista surge - August Walker interpretado pelo Henry Cavill (“Liga da Justiça”), agente especial da CIA é enviado pela personagem da Erica Sloane, interpretado pela Angela Bassett (“Pantera Negra”).

O filme segue num ritmo aparentemente de idas e vindas, criando determinadas expectativas e em seguida mudando completamente de curso, mas tudo é feito de forma sincronizada e controlada. Vemos que as cenas de ação se amarram perfeitamente dentro da trama, não deixando uma história monótona e muito menos pontas soltas no caminho. 


Tom Cruise retorna com o mesmo vigor e dedicação dos anteriores na pele de Ethan Hunt, mas o personagem desta vez lida com situações mais improvisadas, mas são improvisos que tão muito certo no final. Henry Cavill mesmo sendo elemento novo na franquia, consegue se encaixar muito bem, trazendo um novo tom de rivalidade na sequência e também na interação dele com os personagens. Simon Pegg retorna como seu companheiro Benji Dunn na equipe, mesmo com o jeito inexperiente principalmente nas cenas de luta, ele não passa como o bobo perdido na trama. O personagem Luther Stickell, vivido pelo ator Ving Rhames reaparece como o amigo fiel de Ethan sendo o conciliador nos momentos difíceis emocionalmente da equipe. 


Novamente o trabalho de direção no comando de Christopher McQuarrie segue muito bem produzida, com ação em ritmo frenético, mas sem gerar uma bagunça na trama. As filmagens são feitas em imagens amplas e ângulos que deixam as cenas de ação ainda mais interessantes, não nos fazendo cansar com tantos movimentos cheio de elaborações estilo Michael Bay. 

Missão Impossível – Efeito Fallout com sua durante de 2 horas e meia traz um dos melhores filmes da franquia, não deixando decepcionar os telespectadores a procura de ação pura com Tom Cruise em uma missão que parece ser surreal.


e claro com essa Homão, Henry Cavill rsrs.

NOTA: 

(Excelente)

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