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Crítica | Jogos Mortais: Jigsaw, o Retorno da Grande Franquia


Jogos Mortais: Jigsaw teve seu retorno às telas de cinema sete anos após o lançamento de seu último filme. John Kramer, mais conhecido como Jigsaw, não deixou seu legado morrer, e os jogos recomeçaram. O filme retrata como tudo ficou após o fim dos jogos, e como as coisas mudaram com o retorno deles.


NÃO CONTÉM SPOILERS


Sinopse: O legado do assassino Jigsaw continua a atormentar a vida das pessoas. Corpos começam a aparecer por toda a cidade, cada um desenhado com as mais horrendas das mortes. Todas as investigações apontam na mesma direção, mas ninguém quer ousar dizer o nome do homicida falecido.

Ao longo do enredo, diversas histórias são contadas: sobre o próprio Jigsaw, seus seguidores, suas vítimas e seus primeiros jogos. Segue relatando sobre o aparecimento de diversos corpos, o retorno dos jogos, a perseguição pelo possível novo homicida, e se tudo está realmente ligado a John Kramer.


Neste filme não vemos cenas tão sangrentas como os primeiros da saga; é um filme mais voltado para o conto de histórias anteriores (ainda não relatadas nos outros filmes) e o retorno dos jogos, entretanto, possui cenas eletrizantes, com revelações nunca antes cogitadas pelo público.

Vemos também cenas nostálgicas, que nos ligam aos filmes anteriores da saga, nos mostrando as antigas armadilhas, jogos anteriores, locais, vestimentas, dentre outros detalhes.


Apesar de alguns problemas no desenrolar do enredo, se revelou como um bom retorno da saga, salvando a franquia da má fama que pairava sobre ela devido ao fracasso de seu último filme, Jogos Mortais 7 – O Final (2010).

Deixando algumas pontas soltas, pode ser possível que haja outros filmes em continuidade, para esclarecer melhor algumas histórias que envolve os atuais personagens principais.

Jogos Mortais: Jigsaw teve sua estreia em 30 de novembro de 2017. Direção de Michael Spierig e Peter Spierig, e roteiro de Josh StolbergPete Goldfinger.


Nota: 

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