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Crítica | Mulher-Maravilha, uma amazona entre os heróis


Quando vimos elogio demais de dependendo do filme, ficamos até meio desconfiados né?! Mulher-Maravilha é um dos filmes mais esperados e comentados do ano, e não foi apenas boatos perfeitos e ótimos dele não, realmente o que prometeu, cumpriu. Depois da heroína ter se tornando marcante pela atriz Lynda Carter na década de 70, agora chegou a vez da Gal Gadot marcar história na interpretação da personagem. Ela chegou, chegando com muita ação, beleza e uma entrega total e incrível a heroína.

Está crítica está LIVRES DE SPOILERS, mas em breve teremos o Veredito com Spoilers e Curiosidades sobre o filme, aguardem.


A História da Heroína

Tudo começa em Temyscira, a Ilha das Amazonas, onde conhecemos Diana (Gal Gadot), filha de Hipólita (Connie Nielsen) - Rainha das Amazonas. Desde de pequena ela sempre quis aprender mais sobre combate para se tornar uma forte guerreira como as amazonas, mas a mãe era contra. Foi então que sua tia Antíope (Robin Wright), interveio e começou a treiná-la, a pedido de sua mãe que confesse-se, e pedia a ela que torna-se Diana para ser a melhor das amazonas, e se tornou. Tudo ocorria bem até a chegada do espião americano, Steve Trevor (Chris Pine), trazendo consigo a Primeira Guerra Mundial a ilha. Assim Diana percebeu mais do que nunca, que tinha a responsabilidade de lutar pela paz e justiça, e ir atrás do porque a guerra que situava-se entre os homens, poderia ser o possível retorno de um dos seus maior inimigos: Ares, o Deus da Guerra.


A Trama


A grande importância para esta história é contar a origem da Diana, de onde começou o surgimento da heroína. De como foi seu nascimento, o surgimento das amazonas, a história de sua mãe Hipólita, que esculpiu uma estátua de barro de uma menina, e ter pedido aos Deuses para que lhe dessem vida. Maioria do filme foi inspirado na história origem da heroína nos quadrinhos, teve alguns pequenas alterações que não fez o filme perder as estruturas e liderou perfeitamente no final.

Diana mostra no começo uma ingenuidade, onde acreditava que tudo tinha que ser separado pelo certo e errado. Mas também se misturava com uma grande curiosidade e a força de lutar imensa presente nela.


A Produção


Muitas pessoas ficaram receosas mesmo após a primeira aparição da atriz Gal Gadot em Batman vs Superman na pele da personagem. Mas ela mostrou que depois de sua breve apresentação no filme anterior, ela tava preparada mais do que nunca para ser a Mulher-Maravilha em filme solo. Com uma atuação de total entrega e preparo, ela mostrou muito amor, intimidade e carisma ao interpretar a personagem.



As amazonas principalmente as atrizes Connie Nielsen e Robin Wright (Hipólita e Antíope), além de todas elas, mostraram a força das verdadeiras amazonas, guerreiras, fortes e com um grande poder de liderança e determinação. É eletrizante ver todas aquelas mulheres lutando, com habilidades e força nas batalhas é eletrizante.


O Steve Trevor interpretado pelo ator Chris Pine, mesmo sendo apenas um homem e sem poderes, momento nenhum ele se intimida em lutar ao lado da heroína no campo de batalha. Além do respeito e do amor nada apelativo que os dois sentem um pelo outro, tudo foi bem construído, em nenhum momento isso interferiu em suas respectivas missões. E isso foi uma decisão muito sábia da diretora, o entrosamento e naturalidade entre Gal e Chris teve grande peso nisso também.




O alívio cômico no filme fica entre a relação de Diana com os companheiros e amigos de Steve que ajudam na missão, Charlie(Ewen Bremner), o muçulmano Sameer (Saïd Taghmaoui) e a secretária Etta Candy (Lucy Davis) são divertidíssimos.


Apesar de sabermos que o vilão principal é Ares, que também foi bem construído, deixou alguns pontos meio fracos como vilão principal, mesmo que sua caracterização foi muito bem feita. Temos presentes também os demais vilões, os nazistas: General Ludendorff (Danny Huston) e Dra. Maru (Eleja Anaya), com todos eles deu uma boa equipe de vilões na trama. 


Podem achar no começo que são vilões fracos e sem graça, mas isso é porque claramente eles remetem aos vilões da época. Então, não se engane, a diretora Jenkins sabia o que estava fazendo.

Filmagem e Trilha Sonora

As cenas, fotografia e trilha sonora desse filme foi o toque final e essencial á este filme. Os ângulos precisos com efeitos incríveis em slow motion nas cenas de lutas da heroína é te encher os olhos. Além dos filtros nos cenários da época que maioria está presente Steve e os nazistas que tão o clima de retro. O CGI estava bem intenso quando aos poderes da protagonista, mas foram muito bem feitos, e claro é justificativo por conta da magnitude do poder da personagem tem. E a trilha-sonora dá toda a emoção nas cenas de ação da heroína, principalmente com a trilha 'Wonder Woman Theme' presente também nos trailers, marcam as cenas onde a heroína aparece pronta para lutar.

- Os Melhores Efeitos Slow Motion no filme -




Mulher-Maravilha não é apenas o filme que veio para salvar o mundo da DC, mas também veio para representar perfeitamente que as heroínas sim, podem ser poderosas e fortes como os heróis. Tanto também uma enorme alavanca para as futuras produções de filmes das heroínas tanto da DC quanto da Marvel. É um filme que é feminista sim, mas não humilha nenhum homem, ao contrário mostra que ambos são fortes e poderosos igualmente. Por isso que torna o filme, o melhor longa de super heróis já feito no cinema.


Nota: 




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